quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Democracia de Clériston é destacada por Fernando Calmon

Fernando Calmon, defensor público há 18 anos no Distrito Federal e ex-presidente da ANADEP, diz que Clériston Cavalcante de Macedo tem formação democrática e é uma usina de boas idéias e de ponderação, elementos essenciais que considera essencial para que qualquer administrador possa cumprir o seu mister . Eles desenvolveram ações em defesa do fortalecimento da Defensoria Pública e dos defensores públicos desde que Clériston era da diretoria da ADEP-BA e Fernando Calmon participava da administração da Defensoria do Distrito Federal.

Muitas experiências e articulação e mobilização foram compartilhadas pelos dois, inclusive no Conselho dos Defensores Públicos Gerais - CONDEGE, do qual Fernando Calmon foi secretário geral. O defensor público brasiliense sabe exatamente qual o perfil ideal para o gestor de uma instituição como a Defensoria Pública, que ainda tem muitas lutas a travar.  Afinal, foi também coordenador geral do Bloco dos Defensores Públicos do Mercosul e integrante do Comitê Diretivo da AIDEF. Confira o depoimento na íntegra.

 

" Conheço o Clériston desde do começo desta década. Épocas que éramos poucos (muito poucos) com atuação no Congresso Nacional aqui em Brasília. Nosso movimento nacional apenas engatinhava depois de um período de obscurantismo pós aprovação da Lei 80, em 1994. Dos poucos que se dedicavam à nossa causa nacional é impossível não destacar a figura presente e operante do Clériston.  Naquela época eu participava da administração da DPDF e ele da ADEP/BA, mas todos éramos membros do recém reativado movimento nacional com vista ao nosso fortalecimento institucional.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Presidente da ADPERN destaca liderança de Clériston Cavalcante

O presidente da ADPERN – Associação dos Defensores Públicos do Estados do Rio Grande do Norte, José Wilde Matoso Freire Júnior, considera que Clériston Cavalcante está qualificado para o cargo de defensor público do Estado da Bahia por seu espírito aguerrido e compromisso com a instituição. Confiram a íntegra do depoimento do defensor potiguar:

" Sou Defensor Público no Estado do Rio Grande do Norte, entretanto, diversas vezes, busquei orientações com Clériston sobre os dilemas enfrentados em minha carreira.

Conheci Clériston em um Simpósio na cidade de Fortaleza em dezembro 2008; desde o início fui cativado pela sua dedicação às causas da Defensoria Pública, tendo se tornado um verdadeiro conselheiro pela experiência e sensatez demonstradas em nossas reuniões.
Clériston não demonstra apenas liderança, mas também clareza na exposição das ideias, se destacando a cada dia no cenário nacional pelo seu atilamento ímpar. O simples fato de tê-lo na carreira já é motivo de orgulho.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Diretrizes básicas - instituição - 2ª parte

Pronto, agora vocês conferem a 2ª parte do detalhamento das diretrizes básicas voltadas para a instituição do nosso Programa de Gestão para o biênio 2011-2013 para a Defensoria Pública.

4.6 - Apresentação ao Conselho Superior da Defensoria Pública de proposta de atendimento especializado a ser implementado na Central de Atendimento da Defensoria Pública.

Avizinha-se o momento da inauguração do auspicioso projeto do Núcleo de Atendimento Integrado da Defensoria Pública, no Instituto do Cacau, o que certamente representa um grande passo no acesso aos serviços da Defensoria Pública com o conforto e agilidade que a nossa população merece.

Diretrizes básicas - institução - 1ª parte

Olá, colegas. Prossigo hoje com as postagens, complementando a publicação do Programa de Gestão que foi elaborado após estudo aprofundado com o objetivo de fazer com que nossa Defensoria Pública continue avançando com democracia e responsabilidade. Aproveito para lhes convidar a participar deste blog, fazendo seus comentários sobre as postagens ou enviando mensagens com sugestões ou críticas para o email cleristoncavalcante.defensoria@gmail.com . Como o detalhamento das diretrizes básicas voltadas para o fortalecimento da nossa instituição é um pouco mais longo, será publicado em duas partes, mas poderá ser conferido integralmente também através do menu acima, em azul. Vamos lá.

4- Instituição

4.1 - Fortalecimento da participação no Colégio Nacional dos Defensores Públicos Gerais (CONDEGE) e suas comissões temáticas, com ampla divulgação junto aos colegas.

Assegurar a participação dos membros da Defensoria Pública da Bahia nas reuniões das Comissões Especiais do CONDEGE, bem como manter uma atuação no referido órgão que visibilize as nossas características e compartilhe os avanços da nossa instituição, são ações extremamente importantes.

O comparecimento às reuniões e as deliberações deverão ser amplamente divulgados junto aos colegas, não apenas em forma de notícia, no sentido de garantir conhecimento acerca das matérias discutidas, das boas práticas identificadas, e da uniformização das ações tendentes a potencializar o papel da Defensoria Pública nas áreas temáticas específicas.

Para tanto, indispensável planejar os gastos referentes a cobrir os deslocamentos para participação dos Defensores Públicos, bem como publicizar quem são os representantes da Bahia nas referidas comissões.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Diretrizes básicas - formação

 3– Formação

3.1 - Promoção de cursos, seminários e eventos de capacitação, inclusive de forma regionalizada, bem como outras atividades culturais em parceria com a ADEP/BA.

Nos últimos anos, a Defensoria Pública da Bahia primou pelo investimento na capacitação dos seus membros, inovando nas propostas de cursos, como o de substâncias psicoativas e a disponibilização de vagas para cursos de especialização, o que tem propiciado não apenas a atualização, mas a titulação de seus agentes.

Ocorre que a continentalidade do nosso Estado e, consequentemente, as enormes distâncias a serem percorridas para cursos de atualização e pós-graduação na capital, são um empecilho natural que, aliado à carga de trabalho do defensor público, praticamente o obriga a buscar alternativas por iniciativa e custos próprios para aprimorar-se.